- Reajustes máximos: 3,81% (maior concorrência), 2,47% (intermediária) e 1,13% (menor concorrência).
- Os novos preços máximos valem desde 1º de abril de 2026.
- O nível intermediário teve o menor percentual desde 2018.
Como funciona o reajuste
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) define todo ano o percentual máximo de aumento dos preços de medicamentos. O cálculo considera a inflação, a produtividade da indústria e o nível de concorrência de cada classe terapêutica.
Em 2026, os tetos ficaram em 3,81% para os medicamentos com mais concorrência, 2,47% para o nível intermediário e 1,13% para os de menor concorrência, a partir de 1º de abril.
O impacto na margem
O reajuste é um teto. A farmácia não é obrigada a repassar, e a decisão depende da reposição de estoque: quem comprou antes do reajuste com o preço antigo ganha margem ao vender pelo preço novo, enquanto a reposição chega mais cara.
Vale acompanhar a margem por grupo de produtos depois do reajuste, separando medicamentos de referência, genéricos e similares, porque cada grupo tem desconto e concorrência diferentes.
Fontes
Notícia publicada em 27 de outubro de 2026. As regras podem mudar; a aplicação na sua farmácia depende dos documentos e do regime da empresa.
JOTA via Legismap: medicamentos terão reajuste entre 1,13% e 3,81%, define CMED↗Anvisa: Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED)↗